Imposto de Renda: 4 situações de malha fina

Contribuintes devem se atentar para não não cair na malha fina do Imposto de Renda.

Um dos grandes cuidados que os contribuintes devem evitar são os erros ao enviar a declaração do Imposto de Renda. Afinal, podem cair na malha fina.

Existem algumas situações, que quase sempre levam o contribuinte a essa possibilidade. Listamos os oito casos mais comuns. Confira.

Erros de digitação

Erros de digitação são os mais comuns entre os contribuintes retidos. Errar uma letra a mais no nome não é o problema, mas errar o número do CPF, um CNPJ de fonte pagadora ou um zero a mais nos rendimentos podem gerar muitas dores de cabeça. Por isso, confira várias vezes sua declaração antes de enviar.

Dependentes

O problema com dependentes também é muito comum, acontece principalmente em caso de divórcio. Afinal, pode acontecer de ambos incluírem os filhos como dependentes.
em suas declarações.

Ou ainda, filhos podem acabar declarando os pais idosos como dependentes, o que leva à malha fina. Assim como, omitir a renda deles também gera problemas, por isso veja todas as regras para declarar dependentes sem erro.

Renda

Também é importante declarar a renda corretamente. Não omita rendimento, pois o Leão verifica todos os dados, inclusive sua movimentação bancária.

Saúde

O convênio médico, consultas particulares, exames, internações, farmácia e gastos com remédios não são gastos com saúde e isso leva muita gente a parar na malha fina.

Confundir o plano de previdência privada também acontece. Existe uma grande diferença pra Receita sobre VGBL e PGBL. É preciso ter cuidado.

Variação patrimonial em desacordo com a renda é basicamente dizer pro Leão que você ganhou 50 mil reais no ano, mas conseguiu adquirir bens que somados, são algumas vezes mais que sua renda. Bem como atualizar o valor do seu imóvel, sem comprovantes de reforma, também não pode acontecer.

Malha Fina

O contribuinte pode consultar a situação da declaração pelo portal do e-CAC. Caso tenha caído na malha fina, é preciso:

– Procurar os erros e fazer a declaração retificadora;
– Aguardar a Receita chamar para prestar contas.

Retificação

Se você optar por fazer a retificação, não pagará nenhuma multa, o que pode acontecer é de haver mais imposto a pagar. Entretanto, se você aguardar a Receita te chamar e for constatado que você tinha imposto a pagar e não pagou, aí sim terá multa.

Antes da notificação da Receita Federal, a multa é de 20% sobre o valor do imposto. No entanto, se você não se atentou a isso e foi notificado, terá de pagar 75% sobre o valor do imposto.

A multa será aplicada apenas se houver IR a pagar e o imposto não foi quitado.

fonte: https://www.contabeis.com.br/

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Transparencia 23 de junho de 2020 0 Comments

Novas atividades são dispensadas de alvarás e licenças para funcionamento

O Governo ampliou o rol de atividades dispensadas de licenças e alvarás para funcionamento; Veja quais são.

Novas atividades foram enquadradas na modalidade de baixo risco. Na prática, 14 ramos econômicos foram incluídos na lista, podendo ser abertos sem a necessidade de alvarás e licenças prévias.

As alterações foram definidas pelo Comitê para Gestão da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (CGSIM) em sua última reunião, realizada no começo de maio.

Isenção de alvará

Com a entrada em vigor da Resolução nº 57, de 21 de maio de 2020, passam ser isentas de alvarás e licenças as seguintes modalidades econômicas:

– fabricação de conservas de frutas;
– fabricação de conservas de legumes e outros vegetais, exceto palmito;
– fabricação de sucos de frutas, hortaliças e legumes, exceto concentrados;
– fabricação de alimentos e pratos prontos;
– comércio a varejo de peças e acessórios novos para motocicletas e motonetas;
– comércio a varejo de peças e acessórios usados para motocicletas e motonetas;
– comércio atacadista de produtos alimentícios em geral; comércio varejista de doces, balas, bombons e semelhantes; comércio varejista de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal;
– bares e outros estabelecimentos especializados em servir bebidas, sem entretenimento;
– bares e outros estabelecimentos especializados em servir bebidas, com entretenimento;
– serviços ambulantes de alimentação;
– serviços de alimentação para eventos e recepções – bufê;
– fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para consumo domiciliar.

A Resolução nº 57 alterou a Resolução nº 51, de 11 de junho de 2019, e está de acordo com a Lei 13.874, que institui a Declaração de Diretos de Liberdade Econômica.

Baixo risco

O normativo também alterou a nomenclatura das categorias de baixo risco, dividindo-as em dois grupos:
– “baixo risco A”, quando o risco da atividade é considerado leve, irrelevante ou inexistente;
– “baixo risco B”, quando o risco é moderado.

Neste último caso, a nova resolução do CGSIM permite a emissão de licenças, alvarás e similares de caráter provisório para o início da operação do estabelecimento logo após o ato do registro.

Outra novidade é a padronização de envio por estados e municípios de suas próprias classificações de baixo risco. Um modelo único, estipulado pelo Comitê, precisa ser enviado ao CGSIM do Ministério da Economia para ser analisado, antes que seja dispensada a exigência de licenças e alvarás nas localidades. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) foi a favor do documento padrão na votação.

“Melhorar o ambiente de negócios e desburocratizar a vida do empreendedor são metas constantes do governo. A abertura e o funcionamento de novas atividades econômicas, sem a necessidade de esperar licenças e alvarás de instalação, alivia também o bolso do empresário, que não precisará mais pagar por estas taxas”, enfatiza Luis Felipe Monteiro, secretário de Governo Digital do Ministério da Economia e presidente do CGSIM.

Novo regimento

Na mesma reunião, foi aprovado o regimento interno do Comitê para Gestão da Rede Nacional para Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios.

Pelo texto, o CGSIM terá o poder de fiscalizar o cumprimento das normas de registro e legalização de empresários e pessoas jurídicas, representando às autoridades competentes e tomando as medidas cabíveis para fazer cessar eventuais irregularidades. Também ficou regulamentada a participação e votação digital nas reuniões do comitê, assim como a tramitação eletrônica de documentos.

“O trabalho integrado no CGSIM com as representações do meio ambiente, dos corpos de bombeiros e da vigilância sanitária tem resultado na simplificação das regras de licenciamento”, afirma André Santa Cruz, diretor do Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração, vinculado à Secretaria de Governo Digital. “O novo regimento vem para facilitar a gestão e a tomada de medidas eficazes que impactam de forma positiva o empreendedorismo no país.”

Fonte: Governo Federal

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Transparencia 23 de junho de 2020 0 Comments

Como separar as despesas pessoais das profissionais?

Como é possível ter mais controle financeiro com a separação das suas despesas pessoais e empresariais!

Quem nunca misturou as contas do carro pessoal, supermercado ou boleto de escolas com as despesas empresarial, que atire a primeira pedra.

Especialmente quando uma empresa é iniciante no mercado, essa junção de despesas fica ainda mais frequente. Para muitas empresas, essa prática pode parecer comum, mas a realidade é que ela é um erro que pode ser fatal para a sobrevivência do negócio.

Como resultado da junção de despesas, o empreendedor não poderá ter um bom controle financeiro e deixará de pagar as contas pessoais com o seu patrimônio pessoal, utilizando o capital empresarial e fazendo com que a organização quebre primeiro.

Para entendermos melhor, imagine um empreendedor que tem uma empresa de seringa de insulina: ao utilizar as finanças do negócio, muitas despesas empresariais podem deixar de ser pagas, gerando dívidas e dores de cabeça.

Por essa razão, a organização é o fator-chave para solucionar esse problema. Além disso, nós separamos algumas outras dicas para que você consiga administrar com otimização as suas finanças pessoais e empresariais. Quer saber mais sobre tudo isso? Então não deixe de nos acompanhar nosso post!

Poupe uma parte de sua renda todo mês

Para evitar confusões entre as despesas pessoais e profissionais, é importante que o empreendedor já esteja assegurado em uma poupança pessoal, ou até mesmo uma reserva de emergência.

Por essa razão, defina uma parte da sua renda para ser armazenada e utilizada apenas para os seus objetivos pessoais de curto, médio e longo prazo. É importante também ter uma reserva apenas para situações de emergências pessoais.

De início, não precisa ser muito: mas é importante que essa quantia esteja entre 10% e 30% do que você recebe como pagamento da sua organização.

Atenção ao seu capital de giro

Já falamos sobre economizar dinheiro para as suas despesas pessoais, e por isso, também precisamos enfatizar a importância de juntar as finanças empresariais e ter um capital sempre disponível.

Também conhecido como capital de giro, essa reserva é utilizada para manter a sua empresa em funcionamento durante um determinado período.

Se você tem uma indústria de placa de circuito impresso, o capital de giro será um capital destinada para financiar recursos aos clientes, fornecedores, pagar impostos, salários, entre outras despesas operacionais.

Corte gastos desnecessários

Por fim, se a sua renda mensal atinge um nível próximo do quanto você gasta, então é o momento de fazer uma análise criteriosa em seu orçamento e verificar onde é possível fazer cortes.

Em uma empresa de insumos para cerveja, essa análise é feita com o fluxo de caixa, certo? Já para o lado pessoal, você também deve manter um controle constante das suas despesas. Isso, pois uma coisa que parece não pesar em seu orçamento, pode ser o principal causador de dívidas.

Priorize sempre as despesas essenciais, como saúde, educação, alimentação e moradia, além de evitar a compra de produtos e serviços por impulsos, que por sua vez, podem gerar prejuízos em seu bolso no final de cada mês.

Agora que você já sabe como é possível separar as suas despesas pessoais das profissionais, o que está esperando para começar com as mudanças e ter mais controle financeiro?

fonte: https://www.contabeis.com.br/

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Transparencia 23 de junho de 2020 0 Comments

Pronampe: Ponto a ponto sobre a nova linha de crédito para micro e pequenas empresas

Entenda ponto a ponto como a nova linha de crédito Pronampe vai funcionar e auxiliar as micro e pequenas empresas diante da Pandemia.

Nesta terça-feira, 19, o Governo Federal publicou a Lei 13.999, que instituiu o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), que tem como finalidade o desenvolvimento e o fortalecimento dos pequenos negócios.

Com a publicação, surgiram várias dúvidas sobre as regras e forma de solicitação do Programa. Por isso, listamos ponto a ponto tudo o que você precisa saber sobre o Pronampe. Confira!

Pronampe

Em suma, o Pronampe é destinado a:

– Microempresas com faturamento de até R$ 360 mil por ano; e
– Pequenas empresas com faturamento anual de de R$ 360 mil a R$ 4,8 milhões.
– Para novas companhias, com menos de um ano de funcionamento, o limite do empréstimo será de até metade do capital social ou de 30% da média do faturamento mensal.

Valor Pronampe

A linha de crédito do Pronampe será concedida com até 30% da receita bruta anual, calculada com base no exercício de 2019, com exceção das empresas que tenham menos de 1 (um) ano de funcionamento, hipótese em que o limite do empréstimo corresponderá a até 50% (cinquenta por cento) do seu capital social ou a até 30% (trinta por cento) da média de seu faturamento mensal apurado desde o início de suas atividades, o que for mais vantajoso.

Os recursos recebidos no âmbito do Pronampe servirão ao financiamento da atividade empresarial nas suas diversas dimensões e poderão ser utilizados para investimentos e para capital de giro isolado e associado, vedada a sua destinação para distribuição de lucros e dividendos entre os sócios.

Financiamento

A taxa de juros anual máxima é igual à taxa do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) , acrescida de 1,25% (um inteiro e vinte e cinco centésimos por cento) sobre o valor concedido. Além disso, empresários terão prazo de 36 meses para o pagamento.

Garantia

Na concessão de crédito será exigida apenas a garantia pessoal do montante igual ao empréstimo contratado, acrescido dos encargos, salvo nos casos de empresas constituídas e em funcionamento há menos de 1 (um) ano, cuja garantia pessoal poderá alcançar até 150% (cento e cinquenta por cento) do valor contratado, mais acréscimos.

Como solicitar Pronampe

Os bancos que poderão fornecer o crédito Pronampe são, o Banco do Brasil S.A., a Caixa Econômica Federal, o Banco do Nordeste do Brasil S.A., o Banco da Amazônia S.A., os bancos estaduais, as agências de fomento estaduais, as cooperativas de crédito, os bancos cooperados, as instituições integrantes do sistema de pagamentos brasileiro, as plataformas tecnológicas de serviços financeiros (fintechs), as organizações da sociedade civil de interesse público de crédito, e as demais instituições financeiras públicas e privadas autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, atendida a disciplina do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central do Brasil a elas aplicável.

Vale ressaltar que as instituições financeiras poderão formalizar a operação de crédito em até 03 (três) mês após o sancionamento da Lei, podendo ainda ser prorrogado por mais 03 (três) meses.

Obrigações

As empresas que optarem em adquirir o crédito deverão assumir contratualmente a obrigação de fornecer informações verídicas e de preservar o quantitativo de empregados em número igual ou superior ao verificado na data da publicação desta Lei, no período compreendido entre a data da contratação da linha de crédito e o 60º (sexagésimo) dia após o recebimento da última parcela da linha de crédito.

Fonte: www.contabeis.com.br

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Transparencia 23 de junho de 2020 0 Comments

BEm: Veja como garantir o seu Benefício do Governo Federal

Trabalhadores que tiveram salários reduzidos ou contratos suspensos têm direito ao BEm, o Benefício Emergencial.

Mais de 10 milhões de trabalhadores já tiveram seus contratos de trabalho reduzidos ou suspensos, de acordo com a MP 936.

Em troca, os profissionais recebem uma compensação do Governo Federal, o Bem, Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda.

o Benefício pode variar de R$ 261,25 até R$ 1.813,03. O valor pode ser pago por até três meses e é depositado na conta informada pelo patrão ao Ministério da Economia.

Contudo, muitos trabalhadores têm relatado dificuldades em receber o benefício. Alguns não receberam desde que o acordo foi firmado. Já outro,s afirmam que receberam apenas uma parte do dinheiro devido.

Benefício Emergencial

De acordo com o Ministério da Economia, se houver suspeita de fraudes, o trabalhador deve procurar o banco responsável pelo pagamento, Caixa ou Banco do Brasil. Se for comprovado, o trabalhador será ressarcido.

Por isso, o profissional deve acompanhar a situação do seu benefício pelo Portal Emprega Brasil e avisar o empregador se houver divergência de informação para que seja feita a revisão do benefício pela Secretaria do Trabalho.

Quem não recebeu o BEm

O trabalhador que não tiver o dinheiro depositado no dia informado deve comunicar imediatamente o empregador. Cabe ao patrão verificar com o Ministério da Economia o ocorrido.

Ou ainda, o trabalhador pode falar no Ministério da Economia pelo telefone 158.

Mudança no Status

Trabalhadores também tem relatado mudanças no status do seu cadastro do Benefício Emergencial.

Segundo o Ministério da economia, os bloqueios indicam alguma situação de irregularidade.

Já no caso do trabalhador que recebeu uma parcela, mas agora está bloqueado, é possível que após ajustes nos critérios de habilitação do programa federal, o trabalhador tenha deixado de cumprir algum requisito legal e tenha sido considerado inapto.

Consulta benefício

Para consultar se já recebeu o Benefício, o trabalhador deve:

– Acessar www.bb.com.br/pbb/bem;
– Clicar em “Consultar benefício!;
– Informar o CPF, data de nascimento e o CNPJ do empregador;
– Marcar a caixinha “Não sou um robô” e confirmar.

A próxima tela vai mostrar, em “STATUS DA SOLICITAÇÃO”, como está a situação do pagamento.

– Se o pagamento já tiver sido feito, será informado para qual banco o valor do BEm foi depositado;
– O site pergunta se você deseja receber as informações sobre o pagamento do BEm por mensagem de celular. Se tiver interesse, basta informar o telefone com o DDD.

Fonte: https://www.contabeis.com.br/

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Transparencia 23 de junho de 2020 0 Comments

O que você pode fazer no seu negócio durante a crise!

O coronavírus chegou ao Brasil e mexeu com a estrutura econômica, não só do nosso país, mas do mundo todo. Listei algumas informações que acredito serem úteis para manter o movimento da sua empresa neste momento delicado que estamos vivendo.

coronavírus chegou ao Brasil e mexeu com a estrutura econômica, não só do nosso país, mas do mundo todo, e como forma de minimizar os impactos desta pandemia para saúde – e o para o sistema de saúde – o governo propõe o isolamento social, ou seja, “quarentena”.

Mas o que você, empresário, pode fazer para o seu negócio neste período de reclusão? Listei algumas informações que acredito serem úteis para manter o movimento da sua empresa neste momento delicado que estamos vivendo.

Fluxo de Caixa

Neste momento, é fundamental fazer uma análise no fluxo de caixa da sua empresa. É preciso entender quais custos são fundamentais para sobrevivência do seu negócio e avaliar quais podem ser renegociados ou cortados neste momento. Outro ponto importante é verificar quais despesas podem ter o pagamento adiado e buscar negociar com seus fornecedores. O governo, por meio da Medida Provisória nº 927/2020, já possibilitou o adiamento do pagamento do Fundo de Garantia dos colaboradores e por meio da Resolução 152/2020, concedeu a prorrogação do prazo de vencimento do Simples Nacional. Esses são exemplos de flexibilização de pagamentos oferecidas pelo governo que poderão ajudar no seu fluxo de caixa e na continuidade de sua empresa. Um parceiro importante neste momento é o seu contador, que tem informações e relatórios que poderão ajudá-lo nas tomadas de decisões.

Captação de Recursos Financeiros

Em alguns casos, será necessário fazer um planejamento para captação de recursos, isto é, buscar linhas de crédito que atendem suas necessidades neste momento. É indispensável entender todos os detalhes do financiamento ou empréstimo que será feito antes da tomada de decisão. É importante também colocar em seu planejamento pontos específicos: a) para que o recurso será utilizado; b) como ele será utilizado; c) quanto de dinheiro será necessário; d) como serão pagas as parcelas mensais do empréstimo. Busque as linhas de créditos nas instituições financeiras, atualmente existem diversas possibilidades que poderão atender as suas necessidades.

Lembre-se: antes de definir qual linha de crédito é ideal para o seu negócio, converse com o seu contador, ele poderá auxiliá-lo em diversos detalhes para que você opte pela modalidade que mais atende as suas necessidades.

Abaixo estarão dois exemplos de linhas de crédito:

– BNDES – Linha de Crédito para Pequenas Empresas

– Desenvolve SP – Financiamento

Utilize a Comunicação Digital e Fortaleça sua Marca

Neste momento é fundamental investir na presença online de sua presença, aproveite esse momento para se conectar com seu público por meio das mídias sociais, Instagram, Facebook e outras plataformas digitais. Leve informações relevantes para seus clientes por meio da internet. É indispensável você trabalhar no fortalecimento da sua marca e da sua identidade visual. O marketing digital é um bom caminho para seguir com seu negócio vivo durante a crise.

Estude Melhorias

Com o período de quarentena, sentar e focar no que você pode fazer de melhoria no seu negócio também pode ser uma boa estratégia.  Agora é uma boa oportunidade para fazer um planejamento detalhado do que pode realmente melhorar no seu negócio. Essa atividade exige concentração e auto análise do seu negócio para poder otimizar o que você já possui.

Reinvente-se

Outra possibilidade, é a de reinventar o seu negócio. O ideal é elaborar um projeto para começar a oferecer coisas que você não possui hoje ou fazer alguma coisa diferente do que é feita atualmente, como por exemplo: iniciar a modalidade de delivery, entrar para o e-commerce (comércio online), começar a vender novos produtos ou expandir o leque dos serviços prestados. Busque caminhos que possam inovar o seu negócio e aumentar suas fontes de faturamento.

Busca por conhecimento

É preciso se manter atualizado sobre a sua área de atuação. Consumir conteúdos e pensar em fazer um curso de especialização, seja em uma área técnica ou voltado para gestão empresarial. A busca pelo conhecimento deve ser constante e poderá lhe dar boas ideias para inovar, melhorar a sua empresa e o seu modelo de negócio.

Retenção de Clientes

Mais do que nunca, você precisará se comunicar com sua atual carteira de clientes e buscar estratégias de fidelizar ainda mais os que estão com você. Manter os clientes no seu negócio é prioridade neste período turbulento.

Imposto de Renda Pessoa Física

É importante citar que o prazo para o Imposto de Renda Pessoa Física continua o mesmo, ou seja, até o final de abril. Se você estiver em alguma das condições de obrigatoriedade, será preciso proceder normalmente com a entrega.

Fonte: https://www.contabeis.com.br/

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Transparencia 13 de abril de 2020 0 Comments

A Importância da Contabilidade

Conhecendo seus ativos, passivos, custos, receitas e despesas a empresa pode planejar de forma adequada seu regime de tributação pagando menos tributos de forma lícita.

Muitos gestores, principalmente os das pequenas empresas, acreditando ser mais uma burocracia que uma aliada, não dão a devida importância para a contabilidade que é importantíssima para a saúde financeira e crescimento da entidade.

A função da contabilidade é muito mais que anotar entradas e saídas de dinheiro.

É necessário também:

– conhecer o negócio;

– acompanhar estoques;

– apurar impostos corretamente;

– ter um bom planejamento tributário;

– saber sobre a guarda correta de documentos;

– conhecer as obrigações acessórias da atividade;

– formar custos para avaliar a lucratividade corretamente;

– orientar colaboradores para o bom desempenho da equipe,

– entre tantos outros controles que a contabilidade proporciona.

Tudo adaptado às mudanças de cenário, pois não basta fazer um bom planejamento e segui-lo, é necessário revisa-lo a cada período adequando a cada realidade encontrada e é este o papel da contabilidade que por meio de relatórios gerenciais pode colaborar na tomada de decisões.

Por isso, independente do porte da empresa, é fundamental ter uma contabilidade que ajude o negócio a cumprir todas as exigências legais e ainda trabalhe de maneira consultiva para que o negócio continue ativo e lucrativo.

Fonte:

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Transparencia 3 de março de 2020 0 Comments

Vai requerer a aposentadoria em 2020? Conheça as regras atuais

Trabalhadores que pensam em entrar com o pedido de aposentadoria devem se atentar as novas regras.

As regras de aposentadoria mudaram. Quem está pensando em se aposentar ainda este ano precisa ter cuidado e escolher a regra mais adequada e com maiores vantagens.

Ao todo, são cinco regras que ajudam o segurado a fazer a transição do antigo regime da Previdência para o novo. Fique atento e descubra o que mudou.

Transição de aposentadoria

Idade mínima

Mulher: a idade mínima começa em 56 anos, subindo meio ponto a cada ano até chegar a 62. Tempo mínimo de contribuição de 30 anos.

Homem: a idade mínima começa em 61 anos, subindo meio ponto a cada ano até chegar a 65. Tempo mínimo de contribuição de 35 anos.

Sistema de pontos

Mulher: a soma da idade com o tempo de contribuição deve ser de 87 pontos. Tempo mínimo de contribuição é de 30 anos.

Homem: a soma da idade com o tempo de contribuição deve ser de 97 pontos. Tempo mínimo de contribuição é de 35 anos.

Atenção: pela regra, essa soma mínima vai aumentando ao longo dos anos. A transição prevê um aumento de 1 ponto a cada ano, chegando a 100 para mulheres (em 2033) e 105 para os homens (em 2028).

Pedágio de 50%

Quem está a no máximo 2 anos de cumprir o tempo mínimo de contribuição em vigor antes da promulgação da reforma (35 anos para homens e 30 anos para mulheres) ainda poderá se aposentar sem a idade mínima, mas vai pagar um pedágio de 50% do tempo que falta.

Mulher: se contribuiu por pelo menos 28 anos quando a reforma entrou em vigor, pode cumprir um pedágio de 50% do tempo que falta para chegar aos 30 anos de contribuição. Não há idade mínima.

Homem: se contribuiu por pelo menos 33 anos quando a reforma entrou em vigor, pode cumprir um pedágio de 50% do tempo que falta para chegar aos 35 anos de contribuição. Não há idade mínima.

Pedágio de 100%

Mulher: idade mínima 57 anos, mais pedágio de 100% do tempo que falta para chegar aos 30 anos de contribuição na data em que a reforma entrou em vigor.

Homem: idade mínima 60 anos, mais pedágio de 100% do tempo que falta para chegar aos 35 anos de contribuição na data em que a reforma entrou em vigor.

Idade

Mulher: começará em 60 anos. Mas, a partir de 2020, a idade mínima de aposentadoria será acrescida de seis meses a cada ano, até chegar a 62 anos em 2023.

Homem: a idade mínima continua em 65 anos.

Atenção: o tempo mínimo de contribuição exigido será de pelo menos 15 anos para ambos

Fonte: Partwork via Consuprev

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Transparencia 3 de março de 2020 0 Comments

Margem de Contribuição: O que é e sua importância nos negócios

Como anda a margem de contribuição dos seus produtos ou serviços?
Pense bem na resposta, pois esse indicador é decisivo para posicionar sua empresa como fonte de lucros ou prejuízos.
O cálculo da margem de contribuição fornece informações valiosas para a tomada de decisão dos gestores, revelando se as vendas são capazes de cobrir as despesas e custos e ainda gerar o excedente necessário.
Imagine ter o controle sobre a parcela de contribuição de cada produto à lucratividade do seu negócio, ajustando as estratégias com base em métricas altamente precisas.
A margem de contribuição oferece isso e muito mais, como você vai descobrir nos seguintes tópicos:

  • O que é margem de contribuição e para que serve
  • Como e quando utilizar a métrica
  • Como calcular a margem de contribuição pela fórmula
  • Como calcular o preço de venda com base no indicador
  • Como aumentar a margem de contribuição
  • Importância desse cálculo na gestão
  • Relação entre margem de contribuição e ponto de equilíbrio.

Parece útil para o seu negócio?
Então, siga a leitura.

O que é margem de contribuição?

margem de contribuicao o que e


A margem de contribuição é um indicador que mostra quanto dinheiro sobrou da receita de vendas de um produto, levando em conta o pagamento de custos fixos e despesas/custos variáveis.
Em outras palavras, a margem de contribuição determina se a receita das vendas é suficiente para pagar custos e despesas e ainda proporcionar o devido lucro à empresa.
Logo, a “contribuição” diz respeito à parcela do preço de venda que ultrapassa os custos e despesas variáveis – contribuindo, efetivamente, para a absorção dos custos fixos e lucratividade.
Assim, para chegar à margem de contribuição, é preciso considerar tanto os custos e despesas variáveis que surgem com a própria produção e venda quanto os custos fixos que precisam ser cobertos.


Segundo o Dicionário Financeiro, a margem de contribuição também é chamada de ganho bruto ou lucro bruto e constitui uma ferramenta gerencial importantíssima para medir a lucratividade.
Em resumo, esse indicador é capaz de solucionar o mistério das empresas que vendem muito, mas não alcançam o lucro esperado.

Para que serve a margem de contribuição?

margem de contribuicao para que serve


A margem de contribuição serve como um valioso instrumento de apoio à tomada de decisão, pois permite a identificação de produtos mais rentáveis e planejamento adequado da precificação.
Somente a margem de contribuição pode mostrar com precisão se a empresa terá lucro ou prejuízo, eliminando distorções nos cálculos da lucratividade.
Além disso, o indicador tem um papel crucial no cálculo do famoso ponto de equilíbrio financeiro, quando a empresa iguala as receitas às despesas/custos.
É importante considerar que a margem de contribuição já deduz automaticamente os custos e despesas variáveis, para depois cobrir os custos e despesas fixas.
No final de todas essas deduções, o montante ainda deve ser suficiente para constituir lucros satisfatórios.

Como e quando usar a margem de contribuição?

margem de contribuicao como quando usar


Para usar a margem de contribuição corretamente, é preciso calcular dois tipos de indicadores: a margem de contribuição total e margem de contribuição unitária.
Isso porque cada produto ou serviço da empresa possui custos e despesas diferentes, e por isso é fundamental fazer o cálculo individual.
Essa apuração deve ser realizada no momento do planejamento estratégico, mais especificamente no processo de precificação da empresa.

Como as empresas utilizam essa métrica?

Empresas de todos os segmentos utilizam a margem de contribuição para estabelecer preços que gerem receita suficiente para cobrir despesas e gerar lucros.
A métrica também pode indicar a necessidade de redução nos valores dos custos e despesas variáveis, dependendo da estratégia do negócio.
Logo, é preciso acompanhar continuamente as variações da margem de contribuição total e unitária.
Para isso, as empresas mantêm um controle rigoroso de receitas, custos e despesas, facilitado pelos softwares de gestão financeira.

Como calcular a margem de contribuição?


Calcular a margem de contribuição é mais simples do que parece, mas é preciso ter atenção a alguns detalhes.
Resumidamente, a margem de contribuição é igual ao valor das vendas menos o valor dos custos e despesas variáveis.
É claro que, para que o resultado seja confiável, é fundamental apurar cuidadosamente todos os gastos.

Fórmula para calcular a margem de contribuição

Para calcular sua margem de contribuição, você precisa de três valores: preço de venda (PV), custo variável (CV) e despesa variável (DV).
Depois de obter números exatos, você pode utilizar a seguinte fórmula:

  • MC = PV – (CV + DV)

Nesse caso, o resultado será em valor monetário.
Se você preferir o percentual da margem de contribuição, basta dividir o resultado pelo preço de venda do produto e multiplicar por 100.
Agora, se o objetivo é calcular a margem de contribuição total, é só aplicar o percentual final sobre a receita total das vendas do produto.

Erros mais cometidos na hora do cálculo

Um dos principais erros cometidos pelos gestores na hora de calcular a margem de contribuição é confundir a classificação dos gastos.
Isso ocorre porque certos tipos de desembolso ficam no meio do caminho entre custos fixos ou variáveis.
Por exemplo, se você compra um novo equipamento para aumentar a produção, esse custo pode ser considerado variável por estar relacionado à demanda.
Por outro lado, o custo acaba se tornando fixo porque só conta uma vez e não varia conforme o volume produzido.
Outro erro bastante comum ocorre na avaliação das margens de contribuição de cada produto.
Via de regra, um produto com margem negativa não é justificável, mas isso pode acontecer quando há uma estratégia promocional específica e outros produtos compensam aquele que ainda não contribui.
Se partirmos da matriz BCG, por exemplo, produtos do tipo “estrela” e “em questionamento” podem ter margens de contribuição ínfimas no início, mas com potencial para alcançar o sucesso nas vendas.
É por isso que os gestores devem ter um olhar abrangente sobre a margem de contribuição de cada produto, analisando como esses indicadores se relacionam para compor o lucro da empresa.

Como calcular o preço de venda com base na margem de contribuição?

margem de contribuicao como calcular preco venda base


Para calcular o preço de venda com base na margem de contribuição, basta utilizar a fórmula apresentada trocando a incógnita de lugar.
Ou seja, ao invés de procurar o MC, você vai utilizar um valor de MC desejado para encontrar o PV (preço de venda mínimo).
No entanto, há outras formas mais eficientes de calcular o preço de venda mínimo e ideal dos produtos, como a fórmula do markup.
Isso porque nem sempre o aumento de preços é a resposta, ainda que a margem de contribuição esteja insatisfatória.
Afinal, muitas vezes são os preços competitivos que garantem o crescimento das vendas e geração da receita necessária para sair do vermelho.

Como aumentar a margem de contribuição?

margem de contribuicao como aumentar


A estratégia para aumentar a margem de contribuição depende de uma série de fatores, tais como as dinâmicas do mercado, concorrência, negociações com fornecedores e vários outros aspectos.
Todo gestor deve buscar a melhor margem de contribuição para seus produtos, mas o grande desafio é fazer isso sem prejudicar a competitividade.
A abordagem mais eficiente para aumentar o indicador costuma ser a redução de custos e despesas variáveis, antes de qualquer decisão de alterar o preço de venda.
Assim, vale mais a pena negociar suprimentos, investir em equipamentos mais econômicos, melhorar a infraestrutura e outras medidas que reduzem gastos e impactam diretamente na margem de contribuição.
De acordo com uma pesquisa da Startup Preço Certo, publicada neste ano no G1, 89% dos empresários não sentem confiança na hora de determinar o preço de seus produtos e serviços.
Esse índice alarmante mostra que a precificação pode ser desafiadora, daí a importância de monitorar a margem de contribuição na gestão financeira.

O que fazer quando a margem de contribuição é negativa?

A margem de contribuição negativa indica que o produto não é capaz de cobrir as despesas fixas e tampouco gerar lucro.
Como já mencionamos, a empresa pode ter produtos que ainda não contribuem em seu portfólio, desde que os gestores estejam cientes e que outros produtos compensem esse prejuízo.
Ao se deparar com uma margem de contribuição negativa, você deve pensar em soluções como a redução de custos e despesas variáveis, estratégias de marketing e vendas e revisão dos preços.
Nessa hora, também é importante estudar a concorrência e o mercado, comparando preços e o desempenho de certos produtos.

Por que se preocupar com a margem de contribuição?


Todo empresário deseja um negócio lucrativo, logo, todos devem se preocupar com a margem de contribuição.
Como um dos indicadores mais importantes para a saúde financeira da empresa, a margem de contribuição oferece uma métrica objetiva que pode ser avaliada mês a mês.
Assim, você tem à mão relatórios precisos sobre o grau de despesas e desempenho dos produtos, além de ter a possibilidade de comparar períodos para decidir quais estratégias devem ser mantidas ou atualizadas.

Qual a importância da margem de contribuição?


A margem de contribuição é de vital importância porque faz parte das estratégias centrais da contabilidade de custos, que busca a maximização dos lucros.
Embora o mercado tenha um peso decisivo na fixação de preços, a margem de contribuição é essencial para a boa gestão de custos e precificação inteligente.
Afinal, sem esse indicador, a empresa fica dependente das pressões da concorrência para definir seus preços, além de não conseguir enxergar o peso do custeio variável na formação do lucro.
Mesmo se tratando de um indicador tão básico, muitos gestores não entendem totalmente ou falham em utilizar a margem de contribuição, como reforça o especialista financeiro Joe Knight, em matéria da Harvard Business Review.
Nas palavras dele, o esforço para calcular a MC minuciosamente vale a pena, pois todo gestor deve olhar para a lucratividade ao nível de seus produtos.

Como a margem de contribuição ajuda na adaptação de estratégias?

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A margem de contribuição é a base para adaptação de inúmeras estratégias, principalmente em relação aos produtos.
Produzir ou não produzir, manter ou retirar um produto do mix, fechar ou não fechar uma filial são exemplos de decisões subsidiadas pela margem de contribuição.
Além disso, o indicador lança luz aos seguintes aspectos:

  • Identificação do volume mínimo necessário de vendas para pagar as despesas
  • Elaboração de tabelas de preços, inclusive descontos em função das vendas
  • Lançamento de campanhas promocionais de vendas e mensuração do impacto
  • Análise da concorrência e competitividade dos preços em relação às vendas
  • Indicação da possível negociação com fornecedores para reduzir custos
  • Indicação de redução de despesas variáveis com impostos.

Qual a relação entre margem de contribuição e ponto de equilíbrio?

A margem de contribuição está diretamente relacionada ao ponto de equilíbrio, pois revela se a empresa está conseguindo cobrir seus custos e ainda obter lucro.
Como vimos anteriormente, o ponto de equilíbrio é o estado financeiro em que a empresa não tem lucro nem prejuízo, ou seja, suas receitas são iguais aos custos e despesas.
A partir desse estágio de nivelamento, a empresa deixa de operar no prejuízo e passar a lucrar com suas atividades.
É por isso que os custos e despesas são tão importantes para o cálculo da margem de contribuição e definição do ponto de equilíbrio, pois a receita de vendas, isoladamente, não traz informação alguma.
Logo, ambos os indicadores são essenciais para mensurar os níveis de segurança do negócio e decidir os rumos da empresa.

Entenda o que são custos fixos e variáveis

Se ainda não ficou claro, vamos esclarecer a diferença entre custos e despesas, que também se dividem entre fixos e variáveis.
Custos são todos os gastos da empresa diretamente relacionados aos produtos ou serviços, enquanto as despesas são gastos referentes à administração.
Em termos de variação, os custos e despesas fixos são aqueles que não se alteram conforme o volume de produção.
Consequentemente, os custos e despesas variáveis dependem totalmente do volume produzido ou vendido.
Para ficar mais fácil, veja alguns exemplos:

  • Custo fixo: salários, honorários de advogados e consultores, impostos
  • Custo variável: matéria-prima, horas extras, suprimentos em geral
  • Despesa fixa: aluguel, taxas bancárias, seguros, infraestrutura
  • Despesa variável: frete e combustível pago pela entrega de produtos.

Ponto de Equilíbrio e margem de contribuição

O cálculo básico do ponto de equilíbrio financeiro (PEF) consiste na relação entre custos/despesas fixos/variáveis e receitas, de acordo com a fórmula:
PEF = Custos fixos e desembolsáveis / receitas – custos e despesas variáveis
E qual indicador representa as receitas menos os custos e despesas variáveis?
A própria margem de contribuição.
Desse modo, fica clara a relação intrínseca entre as duas métricas na gestão financeira da empresa.

Você sabe calcular a margem de contribuição do seu negócio?


Agora que você já entendeu a margem de contribuição na teoria, está na hora de aplicar a métrica na prática.
Para isso, você deve aplicar a fórmula no seu negócio, começando pelo cálculo unitário dos produtos.
Geralmente, uma das principais dificuldades dos gestores é identificar corretamente os custos variáveis (CV) e despesas variáveis (DV), já que o preço de venda é um dado óbvio.
Para ajudar você, aqui vão alguns exemplos em diferentes segmentos:

Exemplos de custos variáveis

No comércio, os custos variáveis incluem o valor de aquisição das mercadorias, com observação de acréscimos de valor de frete e IPI.
Já na indústria, é preciso considerar o valor gasto na elaboração dos produtos, incluindo matéria-prima, insumos, embalagens e etiquetas.
No setor de serviços, os valores se referem a peças/materiais aplicados na execução do serviço, como as peças de reposição em assistências técnicas.

Exemplos de despesas variáveis

As despesas variáveis, ao contrário dos custos, são praticamente as mesmas para segmentos da indústria, comércio e serviços.
Os principais gastos enquadrados nessa categoria são os impostos federais, estaduais e municipais sobre as vendas e a comissão paga aos funcionários ou representantes pelas vendas realizadas.

Exemplos práticos de cálculo da margem de contribuição

Para fixar o cálculo da margem de contribuição, vamos utilizar um exemplo básico de sua aplicação na margem unitária e total.
Se uma empresa compra um perfume por R$ 50 e revende a R$ 120, pagando 10% de imposto e 12% de comissão para seus vendedores, temos o seguinte cálculo:
PV = 120
CV = 50
DV = 0,10 x 120 + 0,12 x 120 = 12 + 14,4 = 26,4
MC = 120 – (50 + 26,4) = 43,60
Logo, a margem de contribuição do perfume é de R$ 43,60, ou 36,3%.
Agora, como saber se esse índice é bom ou ruim?
Basta aplicar o percentual de MC sobre a receita total obtida com a venda do produto.
Assim, supondo que a empresa vendeu 670 perfumes em um mês, a receita é de R$ 80.400.
Aplicando a margem de contribuição de 36,3%, temos o valor de R$ 29.185,20.
Se a empresa só tiver esse perfume no catálogo, o custo fixo terá que ser menor do que os 29 mil, e a diferença corresponderá ao lucro.

Conclusão


Como você notou, a fórmula da margem de contribuição é simples, mas representa um instrumento de análise poderoso para a tomada de decisões gerenciais.
Com o resultado em mãos, você pode refletir sobre a validade da gestão estratégica de custos, reavaliar preços de venda, negociar com fornecedores e adequar seus produtos às expectativas de lucro da empresa.
E o mais importante: a margem de contribuição permite que você compreenda como a empresa está evoluindo na busca pela redução de custos/despesas e aumento da lucratividade.
O princípio é o mais simples possível, pois em qualquer negócio é preciso ganhar mais do que se gasta.
Mas, quando se trata de gestão financeira, são inúmeros os fatores que influenciam esse cálculo, daí a importância das métricas.
Agora que você domina a margem de contribuição, está um passo à frente no caminho da saúde financeira, competitividade e liderança de mercado.
E nessa jornada rumo a uma gestão mais estratégica, vale a pena contar com o apoio do coaching executivo.
Com esse treinamento de desenvolvimento profissional, você vai aprender uma série de técnicas e ferramentas que tornam mais fácil a concretização das mudanças gerenciais que estão à sua frente.
Parece uma boa ideia?
Então, é hora de conhecer os cursos da SBCoaching, organização que é autoridade no mercado nacional e internacional no que se refere à capacitação voltada ao sucesso.
Se você gostou das dicas deste artigo, deixe um comentário e compartilhe nas suas redes sociais.

Fonte: www.sbcoaching.com.br/

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Transparencia 3 de março de 2020 0 Comments

Empregador tem obrigação de elaborar e implementar o PPRA e o PCMSO em seu estabelecimento?

Tanto o PPRA como o PCMSO, tratam-se de medidas integrantes do conjunto de iniciativas do empregador que têm o objetivo de proteger a saúde e a integridade física dos trabalhadores.

O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA, encontra-se previsto na Norma Regulamentar nº 9 e tem como objetivo o levantamento dos riscos (físicos, químicos e biológicos), existentes no ambiente de trabalho, além de definir medidas de prevenção e controle aptos à sua eliminação e neutralização.

De acordo com a NR-9, as ações previstas no PPRA devem ocorrer no âmbito de cada estabelecimento do empregador, com a participação dos trabalhadores.

A referida norma determina que o PPRA deve, obrigatoriamente, ser elaborado, implementado, acompanhado e avaliado por pessoa, equipe ou Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT, a critério do empregador.

Já com relação ao Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO, este possui previsão na Norma Regulamentar nº 7 e tem como objetivo definir as ações a serem tomadas pelo empregador para a preservação da saúde e integridade física dos trabalhadores, dentre as quais, através da realização de exames médicos clínicos e complementares, de acordo com os riscos reconhecidos no PPRA.

Ou seja, nos termos da NR-7, o PCMSO tem o objetivo de promoção e preservação da saúde do conjunto dos trabalhadores. Registra-se que o Programa deve ser coordenado por um Médico do Trabalho.

Ademais, de acordo com a NR-9, (9.1.3), o PPRA e o PCMSO devem estar articulados entre si.

Mas afinal, o empregador está ou não obrigado a elaborar e implementar o PPRA e o PCMSO?

A resposta é sim! Verifica-se que tanto a NR-9 quanto a NR-7 estabelecem a obrigatoriedade de elaboração e implementação do PPRA e PCMSO por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados. A elaboração e implementação desses Programas não tratam-se de uma faculdade do empregador, mas sim de uma obrigação.

Nota-se que as referidas Normas não limitam uma quantidade de empregados para que seja obrigatória a implementação do PPRA e do PCMSO pelo empregador. Essa obrigatoriedade decorre à partir do momento em que o empregador admita ao menos um empregado.

Além disso, a própria Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, mais precisamente em seu artigo 157, inciso I, determina que “cabe às empresas, cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho”.

Assim, havendo admissão de trabalhador empregado, o empregador encontra-se obrigado a elaborar e implementar o PPRA e o PCMSO em seu estabelecimento, de modo que, no caso de uma fiscalização do Ministério do Trabalho, a inexistência desses Programas poderá ensejar a aplicação de multas e dependendo do caso, até interdição do estabelecimento.

Fonte: https://juridicocerto.com/

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Transparencia 3 de março de 2020 0 Comments